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| Projetos |
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Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania (IIDAC)
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Criação de uma base de dados na internet sobre o desenvolvimento
de
projetos ambientais no Paraná
Na atualidade
estão sendo desenvolvidos no Paraná, numerosos projetos
ambientais tanto por organismos governamentais como por organismos
não governamentais. O desconhecimento da existência
desses projetos produz uma duplicação de esforços
em determinadas áreas e uma perda de recursos econômicos
e técnicos. A colaboração e a adição
de recursos teria como
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resultado
uma melhor qualidade técnica nos projetos e resultados mais
efetivos e duradouros.
A união e a coordenação de esforços tornariam
mais eficazes as medidas adotadas para a conservação
da natureza e para ajudar a conseguir um desenvolvimento sustentável.
Para atingir essa meta é necessário facilitar o conhecimento
da existência e o desenvolvimento das atividades que estão
sendo realizadas. Em uma palavra, precisa de INFORMAÇÃO
então, para isso a melhor ferramenta é na internet.
Com o projeto proposto,
pretende-se criar uma base de dados de fácil manejo cujo objetivo
principal é a difusão dos diversos projetos ambientais
que estão sendo desenvolvidos ou tem previsão de início
no ano 2002 no Estado de Paraná .Também aparecerá
no site um cadastro de instituições que trabalham com
temas ambientais em todo o Estado de Paraná, para favorecer
os contatos entre as instituições que trabalham na mesma
matéria ou com os mesmos objetivos. Junto à base de
dados será feita uma pequena análise dos principais
objetivos dos projetos, das matérias menos trabalhadas, as
carências, os problemas acontecidos etc.
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| Sociedade
de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) |
Projeto saúde
comunitária e educação e conservação
para a região de Guaraqueçaba.
Este projeto está
sendo desenvolvido em uma comunidade que se encontra dentro da Área
de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba, no litoral
norte do Estado de Paraná. A região é considerada
como "área especial" para a proteção
ambiental, já que abriga um dos mais ricos patrimônios
naturais do país, de alta diversidade biológica e uma
cultura peculiar. A comunidade vive na Ilha Rasa que tem 7 km de cumprimento
e 3 km de largura máxima. A ilha tem uma área aproximada
de 10,5 km2 e uma altitude máxima de 40 m. Segundo os dados
do ano 2000, a ilha tem 426 habitantes distribuídos em cinco
vilas: Almeida, Mariana, Ilha Rasa, Gamelas, Ponta do Lanço.
As vilas mais importantes, onde se concentra a maioria da população,
são as de Almeida e Ilha Rasa. A população está
constituída aproximadamente por 50% de crianças e adolescentes.
A economia basea-se na atividade pesqueira: camarão, caranguejos,
ostras e várias espécies de peixes. Atualmente, o nível
de educação que eles podem conseguir não permite
desenvolver outra atividade econômica, sendo as mulheres as
mais prejudicadas, já que não têm nenhuma possibilidade
de desenvolvimento profissional. A comunidade apresenta graves
problemas de higiene e saneamento que estão influindo negativamente
na conservação de seus recursos pesqueiros e na saúde
da população.
O projeto têm por objetivo principal melhorar a qualidade de
vida destas populações e conseguir um desenvolvimento
sustentável que permita a conservação de seus
recursos naturais. Os trabalhos começaram em 1994, tendo como
resultado uma importante melhoria nas condições de vida
dos habitantes. Todavia fica por resolver o problema da gestão
dos resíduos. Os resíduos estão constituídos
principalmente por matéria inorgânica (plásticos,
latas, papel). O destino deste lixo são as praias ou queimam-se
em qualquer lugar. O depósito incontrolado do lixo está
potencializando a existência de doenças, a poluição
da água e a poluição atmosférica devido
as emissões de gases perigosos pela queima dos plásticos.
Atualmente, o projeto centra-se em resolver esta situação,
mediante a construção de infraestrutura para a organização
de um programa de gestão de resíduos, eficaz e ecológico.
Os resíduos serão selecionados e os materiais recicláveis
serão vendidos. O objetivo é solucionar o problema sanitário
que produz os resíduos e conseguir ao mesmo tempo uma renda
que permita a continuidade do serviço, que dependerá
exclusivamente das associações de moradores da ilha.
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